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Estágio

Atualizado em 03/05/17 09:00.

 

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ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

 

ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

 

O estágio curricular obrigatório no Curso de Nutrição é de suma importância na complementação de estudos, assim como facilitador da prática profissional e da flexibilidade curricular. A programação do estágio é ajustada aos objetivos específicos do Curso de Nutrição da UFG, e durante o processo será observada a execução dos procedimentos, bem como o acompanhamento de suas ações para fins de avaliação de desempenho do estudante, pelos professores das Disciplinas de Estágio.

O Estágio Curricular Obrigatório do Curso de Nutrição será desenvolvido em três áreas de atuação: Nutrição em Alimentação Coletiva, Nutrição Clínica e Nutrição em Saúde Coletiva. Estes estágios podem ser desenvolvidos em Unidade de Alimentação e Nutrição de empresas públicas e privadas e/ou hospitais; em serviços públicos de saúde e educação nos três níveis de atenção e na gestão; em escolas, creches, ambulatórios, consultórios e outras instituições que se relacionem com a Nutrição e estejam dentro das normas regulamentares do Conselho Federal de Nutrição, desde que conveniadas com a UFG.

Dada a natureza do Curso, a carga horária do estágio deverá ser cumprida em situações reais de vida e de trabalho obedecendo alguns aspectos como: pontualidade e assiduidade, iniciativa e criatividade no desenvolvimento das atividades do estágio, capacidade de auto-avaliação e disposição para mudanças, postura ética e profissional.

A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá atingir 20% da carga horária total do Curso de Graduação em Nutrição proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação. Esta carga horária deverá ser distribuída equitativamente nas três áreas de atuação: Nutrição Clínica, Nutrição em Saúde Coletiva e Nutrição em Alimentação Coletiva (BRASIL, 2001). Outros cenários de atuação profissional poderão ser incorporados, desde que devidamente aprovados pelo Conselho Diretor. As atividades de estágio serão eminentemente práticas e a carga horária teórica não poderá ser superior a 20% do total por estágio.

O Estágio Curricular Supervisionado de caráter obrigatório terá duração de 900 horas, sendo 300 horas para cada área de atuação. Será realizado no 9º e 10º período, desde que o estudante obedeça aos corequisitos estabelecidos na matriz curricular.

Para integralização da carga horária dos 9º e 10º períodos do curso o estudante deverá realizar matrícula em cada disciplina referente ao Estágio Curricular Obrigatório, conforme rodízio entre as três áreas de atuação do nutricionista.

Para a realização dos estágios serão firmados convênios com diversas instituições, públicas e privadas, do Estado de Goiás ou da Federação. A Universidade Federal de Goiás será responsável pelo pagamento do seguro para todos os estudantes durante o período de desenvolvimento do Estágio Curricular Obrigatório.

A supervisão dos Estágios Curriculares Obrigatórios dar-se-á de conformidade com a modalidade de supervisão indireta ou direta, feita via relatórios, reuniões e visitas aos campos de estágio pelos professores do curso de nutrição. A supervisão ocorrerá de forma sistemática e contínua, com assistência diária e permanente pelo supervisor profissional nutricionista lotado no local do estágio e pelos professores, orientadores do curso.

Em relação à avaliação dos estágios, os instrumentos utilizados serão adotados conforme as especificidades de cada área, contemplando entre outros: desempenho acadêmico (habilidades, competências e atitudes); sessões de estudo; avaliação teórica ou teórico-prática, quando necessária; elaboração de relatório final de estágio, constando a descrição e análise comparativa das atividades, análise entre os objetivos delineados no início e os alcançados; e o cumprimento da carga horária mínima.

Será considerado como aprovado o estudante que obtiver média igual ou superior a 6 (seis) e frequência mínima obrigatória de 100% (cem por cento) do total de horas definidas em cada estágio curricular obrigatório. Se houver faltas, as mesmas deverão ser repostas.

O Estágio Curricular Obrigatório será regulamentado em resolução específica aprovada pelo Conselho Diretor da Faculdade de Nutrição.

Nos 9º e 10º semestres serão realizados os Estágios Curriculares Supervisionados de caráter obrigatório com duração de 900 horas, sendo 300 horas para cada área de atuação (Nutrição em Alimentação Coletiva, Nutrição Clínica e Nutrição em Saúde Pública). Os alunos serão subdivididos em três grupos e ao longo dos dois semestres ocorrerá o rodízio entre os grupos.

Estágio de Nutrição Clínica (9º e 10º período)

Ementa:
Assistência nutricional a pacientes com cardiopatias, pneumopatias, esofagogastroenteropatias, hepatopatias, pancreatopatias, nefropatias, endocrinopatias, doenças carências e pacientes cirúrgicos e críticos. Saúde Suplementar. Temas atuais (seminário integrador).
Referências Básicas:
- MAHAN. L. K.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, nutrição & dietoterapia. 11. ed. São Paulo: Roca, 2005.
- SHILLS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M.; ROSS, A. C. Modern nutrition in health and disease. 9. ed. Baltimore: Williams & Wilkins, 1999.
- WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2000. 2 v.

Referências Complementares:
- ACCIOLY, E.; SAUNDERS, C.; LACERDA, E. M. A. Nutrição em obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2003.
- BARBIERI, D.; PALMA, D. Gastroenterologia e nutrição. São Paulo: Atheneu, 2001.
- CUPPARY, L. Guia de nutrição: nutrição clínica do adulto. 2.ed. rev. e ampl. Barueri, SP: Manole, 2005.
- LOPEZ, F. A.; BRASIL, A. L. D. Nutrição e dietética em clínica pediátrica. São Paulo: Atheneu, 2003.
- MARTINS, C.; MOREIRA, S. M.; PIEROSAN, S. R. Interações droga-nutriente. Curitiba: NutroClínica, 2003.

Estágio de Nutrição em Saúde Pública (9º e 10º período)

Ementa:
Diagnóstico situacional. Gestão (planejamento, execução e avaliação) das ações de alimentação e nutrição na Atenção Básica de Saúde e Educação. Atenção nutricional individual, familiar e coletiva nas ações de promoção da saúde, prevenção de doenças, assistência, tratamento e cuidado. Bioética em Saúde Pública. Temas atuais (seminário integrador).

Referências Básicas:
- MONTEIRO, C. A. Velhos e novos males da saúde no Brasil. A evolução do país e de suas doenças. 2. ed. São Paulo: Huciten/Nupens/USP, 2000. 435 p.
- CAMPOS, G. W. S.; MINAYO, M. C. S.; AKERMAN, M.; DRUMOND-JUNIOR, M.; CARVALHO, Y. M. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec, 2006. 872 p., v. 1.
- DUNCAN, B. B.; GIUGLIANI, E. R. J.; SCHIMIDT, M. I. Medicina Ambulatorial: Condutas de atenção primária baseada em evidências . 3. ed. Porto Alegre: Artemed, 2004. 1600p.

Referências complementares:
- BRANCO, R. F. G. A relação com o paciente. Teoria, ensino e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
- CASTRO, I.R.R. Vigilância alimentar e nutricional: limitações e interfaces com a rede de saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1995. 108p.
- CASTRO, J. de. Estudo do conjunto Brasileiro. In: ______. Geografia da fome. O dilema brasileiro: pão ou aço. 6 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasilieira, 2006. cap 5.
- SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M.; ROSS, C. Tratado de nutrição moderna na saúde e na doença. 9. ed. SP: Manole, 2002.
- VICTORA, C. G.; BARROS, F. C.; VAUGHAN, P. Epidemiologia da Desigualdade. 3 ed. São Paulo: HUCITEC, 2006. 195 p.

Estágio em Alimentação Coletiva (9º e 10º período)

Ementa:
Estrutura de UAN de coletividades sadias e enfermas. Planejamento e controle da produção. Controle de qualidade em UAN. Saúde e segurança do trabalhador. Educação nutricional em UAN. Marketing em UAN. Gestão de resíduos em UAN. Empreendedorismo. Temas atuais (seminário integrador).

Referências Básicas:
- ABERC – Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas. Manual ABERC de Práticas de Elaboração e Serviço de Refeições para Coletividades. 9. ed. São Paulo: ABERC, 2009. 221 p.
- MEZOMO, I. B. Os serviços de alimentação: planejamento e administração. 5 ed. São Paulo: Manole, 2002. 413 p.
- TEIXEIRA, S. et. al. Administração Aplicada às Unidades de Alimentação e Nutrição. São Paulo: Atheneu, 2004. 219 p.

Referências Complementares:
- ABREU, E. S.; SPINELLI, M. G. N.; ZANARDI, A. M. P. Gestão de Unidades de Alimentação e Nutrição: um modo de fazer. São Paulo: Metha, 2003.
- KIMURA, A. Y. Planejamento e Administração de Cursos em Restaurantes Industriais. São Paulo: Varela, 2003. 95 p.
- VAZ, C. S. Alimentação de Coletividade: uma abordagem gerencial – manual prático do gestor de serviços de refeições coletivas. Brasília-DF, 2003. 208 p.

- SILVA FILHO, A. R. A. Manual Básico para Planejamento e Projeto de Restaurantes e Cozinhas Industriais. São Paulo: Varela, 1996. 232 p.

 

Legislação: 

LEI DO ESTÁGIO  11.788

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS (a partir de 2009)

RESOLUÇÃO CEPEC Nº 766

RESOLUÇÃO CEPEC Nº 880 

REGULAMENTO DE ESTÁGIO - Bacharelado em Nutrição

 

Formulários

1 - Estágio em Alimentação Coletiva

2 - Estágio em Nutrição Clínica

3 - Estágio de Nutrição em Saúde Pública

 

 AULAS PRÁTICAS - SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

 

Coordenadora
Profª Drª  
Maria Luiza Ferreira Stringhini

Professores Responsáveis pelos Estágios IV e V
Saúde Pública:  Profª Drª Maria do Rosário Gondim Peixoto
AUAN: Profª Drª Rosana de Morais Borges Marques
Nutrição Clínica: Prof Dr Gustavo Duarte Pimentel

 

Confira também a página da PROGRAD <clique aqui> para mais informações.  

 

 

 

 

 

 

 

ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO

 

O estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos, ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular (Lei no 11.788/2008, art.1º). Os estágios curriculares, sejam os obrigatórios ou não obrigatórios, servem para que os estudantes tenham oportunidades de observar e vivenciar experiências profissionais, dentro dos devidos limites dados por sua formação ainda incompleta; aplicar no ambiente profissional os conhecimentos que obtêm ao longo do curso, bem como trazer para a sala de aula os aspectos mais importantes daquilo que se aprende por meio da prática profissional.

No site https://ce.prograd.ufg.br os estudantes podem ter acesso a oportunidades de estágios não obrigatórios e o passo a passo para formalização de documentação que garante uma relação legítima de estágio. Confira também o Mural de Estágios <clique aqui>

 

Fluxograma para formalização de documentação de estágio não obrigatório:

Fluxo CE "Estudante selecionado via Agente de Integração"

Fluxograma "Estudante selecionado via empresa/instituição conveniada com a UFG" 

Fluxograma

 

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